Caxumba

A caxumba é uma doença viral que tem como principal característica a febre, edemas e sensibilidade de uma ou mais glândulas salivares, normalmente a parótida e, eventualmente, as glândulas sublingual ou submaxilar.

Meios de transmissão:
A transmissão se dá através do ar, pela saliva ou urina de pessoas infectadas.

Prevenção:
A população deve ser informada sobre a possibilidade de complicações, sendo orientada a respeito da busca de assistência médica adequada e sobre a importância de vacinar as crianças.

Tratamento:
Não existe tratamento específico, indicando-se apenas repouso, uso de medicamentos conforme prescrição médica e observação cuidadosa.

Coqueluche

A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, que compromete especificamente o aparelho respiratório (traqueia e brônquios) e se caracteriza por uma tosse seca.

A doença evolui em três fases sucessivas, a Fase Catarral que tem  duração de uma ou duas semanas e os pacientes apresentam infecções respiratórias leves, febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, progredindo para surtos intensos de tosse. A Fase Paroxística em que se observa um aumento da intensidade e da gravidade da tosse, acompanhada por vezes de vômito e febre é ausente ou mínima. E, por fim, vem a Fase da Convalescença onde os sintomas diminuem gradualmente.

Crianças menores de um ano podem apresentar graves complicações respiratórias, neurológicas e hemorrágicas.

Transmissão:
Ocorre de pessoa para pessoa através do contato direto com secreções eliminadas na tosse, espirro ou saliva de um indivíduo contaminado.

Prevenção:
Recomenda-se lavar sempre as mãos, utilizar óculos e luvas quando entrar contato com pacientes infectados e a mais importante forma de prevenção é a vacinação.

Tratamento:
O tratamento é feito com o uso de medicamentos prescritos por médicos e eliminam a bactéria em um ou dois dias.

Dengue

A dengue é uma verdadeira preocupação de saúde pública. A doença viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, se manifesta em 4 sorotipos diferentes e circula por todos os continentes do mundo, com destaque para a Ásia, as Américas e a África.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ano de 2015 foi recordista em casos de dengue no Brasil, registrando mais de 1 milhão de ocorrências. Dados internacionais indicam que a incidência da doença no mundo aumentou cerca de 30 vezes em 5 décadas, alcançando a preocupante marca de 390 milhões de infectados.
No Brasil, a dengue tem se manifestado de maneira contínua desde 1986, com registros de várias epidemias.

Meios de Transmissão
Qualquer pessoa pode ser infectada pelo vírus da dengue. A forma de transmissão mais frequente é a picada do mosquito Aedes aegypti, mas também existem registros de transmissão de gestantes para os bebês, conhecida como transmissão vertical.
O Aedes aegypti é o vetor da doença. Após a picada do mosquito, o vírus se multiplica no organismo da pessoa infectada. O período de incubação pode durar de 4 a 10 dias.
Neste tempo, o indivíduo pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça e dores nas articulações e músculos. Mas vale dizer também que, em muitos casos, a doença é assintomática, ou seja, não manifesta sintomas evidentes.

Doença Viral
A dengue é uma doença viral que pode provocar uma infecção assintomática, leve ou grave, em casos menos frequentes. O primeiro sinal da doença pode ser uma febre alta, acompanhada por dor de cabeça e fraqueza.
A forma grave da doença inclui manifestações de vômitos e sangramento de mucosas. Nestas condições, a doença pode levar o paciente ao risco de morte. Por isso, ao notar qualquer sintoma, é fundamental que o cidadão busque o atendimento médico.

Prevenção
Para prevenir a dengue, a melhor saída é combater os focos do mosquito Aedes aegypti, eliminando possíveis criadouros com água parada. Os mosquitos costumam picar mais durante a luz do dia e, por isso, recomenda-se o uso diário de repelentes.
Hoje, a população também tem à disposição a vacinação como forma de prevenção contra a dengue. A primeira vacina registrada no mundo, a Dengvaxia®, é indicada para a prevenção da dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus em indivíduos entre 9 e 45 anos de idade, que vivem em áreas endêmicas.
A vacinação acontece com aplicação em 3 doses, com intervalos de 6 meses cada. A vacina foi desenvolvida pela Sanofi Pasteur, depois de 20 anos de pesquisas incessantes. Esta é a primeira vacina registrada e com eficácia clínica comprovada, com perfil de segurança aceitável.
A vacina Dengvaxia® não é indicada para crianças com menos de 9 anos de idade, já que os dados clínicos coletados não foram suficientes para estabelecer os benefícios do medicamento para esta parcela da população. A nova vacina garante 66% de redução em casos de dengue.

Tratamento
O tratamento indicado para a dengue depende do perfil e dos sintomas de manifestação da doença em cada indivíduo. Ao notar os primeiros sintomas, procure um serviço de saúde com a máxima urgência.
De maneira geral, a dengue deve ser tratada por meio de uma hidratação adequada, avaliação clínica permanente e repouso. Em casos graves de dengue, é essencial buscar rápida hospitalização.

Difteria

Difteria é uma doença transmissível aguda e infecciosa causada por uma bactéria tóxica que frequentemente se aloja nas amídalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele.
Os sintomas mais comuns são placas branco-acinzentadas nas amídalas, podendo invadir também a faringe, laringe e fossas nasais, causando prostração, palidez, dor de garganta discreta e febre, normalmente não muito elevada. Nos casos mais graves há intenso inchaço do pescoço, podendo até mesmo ocorrer asfixia.

Transmissão:
A transmissão ocorre por contato direto da pessoa doente ou do portador da doença com pessoa suscetível, através de gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou fala. A transmissão por objetos recém-contaminados com secreções do doente ou de lesões em outras localizações é pouco frequente.
O paciente crônico, quando não tratado, pode transmitir a infecção por seis meses ou mais.

Prevenção:
Deve ser realizado o isolamento do paciente infectado e recomenda-se a lavagem das mãos, uso de luvas e máscaras para todos que tenham contato com o portador da doença. A vacinação também é adotada como medida de prevenção.

Tratamento:
Administração do soro antidiftérico (SAD), que deve ser realizado em uma unidade hospitalar, além de um contínuo tratamento para eliminar a bactéria. A finalidade é inativar a toxina produzida no curso da doença o mais rápido possível.

Febre Amarela

É uma doença aguda, causada por um vírus e de curta duração (no máximo 12 dias). A febre amarela pode se apresentar de maneira leve, grave ou até fatal, sendo os primeiros sintomas a febre alta, calafrios, dores de cabeça intensas, náusea e vômito, que podem durar até três dias. Após três dias observa-se a melhora na febre e nos outros sintomas, evoluindo para cura ou para forma grave, com o aumento da febre, diarreia e vômitos com aspecto de borra de café.

Transmissão:
A transmissão se dá através da picada do mosquito infectado com a doença.

Prevenção:
Deve ser feito o controle do mosquito que transmite a doença e a vigilância sanitária de portos, aeroportos e passagens de fronteira. A vacinação também é uma medida de controle para a doença.

Tratamento:
Não existe tratamento para a febre amarela.
O que pode ser feito é o tratamento dos sintomas apresentados pelo paciente, que deve ser hospitalizado e permanecer em repouso. A medida mais correta de prevenção é através da vacinação.

Emitimos CIVP (Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia)

Hepatite A

A hepatite A é causada por um vírus e, em geral, é benigna, entretanto durante a doença algumas complicações podem ocorrer. Nos primeiros sete dias, os pacientes costumam apresentar mal-estar, vômito, dor de cabeça e febre baixa. Após estes sintomas o paciente pode evoluir para um quadro de icterícia, prurido, aumento do fígado e baço.
Os pacientes retornam ainda à sensação de bem-estar e gradativamente os sintomas vão desaparecendo. A doença é mais leve em crianças do que em adultos e a recuperação é completa após um ou dois meses.

Transmissão:
A hepatite A é transmitida através da água, de alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra.

Prevenção:
Durante a fase aguda da enfermidade, as pessoas infectadas devem evitar ao máximo o contato com os outros indivíduos, lavar bem as mãos antes das refeições e evitar o preparo de alimentos. A vacina contra hepatite A também é a melhor medida de prevenção.

Tratamento:
Não existe tratamento específico. Se necessário, apenas tratamento sintomático para náuseas, vômitos e prurido. A única restrição está relacionada à ingestão de álcool, que deve ser suspensa por, no mínimo, seis meses.

Hepatite B

É uma doença viral que pode variar em quadros clínicos, com ou sem sintomas. As crianças com idade inferior a 10 anos desenvolvem, geralmente, infecções desacompanhadas de sintomas.
Os sintomas na fase aguda da doença, quando presentes, são: anorexia, náuseas, dor abdominal, vômitos e icterícia, que em geral é o que determina a procura pelo atendimento médico.
Algumas pessoas desenvolvem a forma crônica da doença, apresentando um processo inflamatório hepático que dura mais de seis meses. Isto acontece com 5% a 10 % dos adultos infectados e com 90% a 95%  dos recém-nascidos filhos de mãe portadora do vírus da hepatite B.

Transmissão:
A transmissão da Hepatite B se dá, principalmente, através de relação sexual, via transmissão parenteral (por contato sanguíneo) ou vertical, que é quando a mãe transmite para o filho, compreendendo o estágio desde a gravidez da mulher até a criança completar cinco anos de idade. Também existe a forma fecal-oral de transmissão, no entanto ela é mais rara que as anteriores.

Prevenção:
Deve ser realizada a triagem obrigatória nos doadores de sangue, e o não compartilhamento e reutilização de seringas e agulhas. A vacinação também é outra forma de prevenção contra a doença.

Tratamento:
Não existe tratamento específico para a fase aguda da doença. Se necessário, apenas tratamento sintomático para náuseas e vômitos. Recomenda-se repouso e dieta de acordo com o apetite e aceitação alimentar. Deve haver ainda uma restrição ao álcool por, no mínimo, um ano. Medicamentos não devem ser administrados sem recomendação médica, para não agravar o dano causado ao fígado.

Herpes-zoster

O herpes-zoster, popularmente conhecido como cobreiro, é causado pelo mesmo vírus da catapora. Após desenvolver catapora, o que normalmente acontece na infância, o vírus permanece adormecido no sistema nervoso ao longo da medula espinhal do indivíduo. Quando há queda da imunidade, pode ocorrer a reativação do vírus e o desenvolvimento de herpes-zoster.

Sintomas:
O principal sintoma em adultos é a dor intensa na extensão do nervo da medula espinhal até a pele, que pode permanecer mesmo após a cura das lesões. A chamada neuralgia se resolve nos primeiros 3 meses, mas em alguns casos pode persistir por anos.
A dor associada ao herpes-zoster pode perturbar o sono, o humor, o trabalho e as atividades cotidianas, impactando negativamente na qualidade de vida e levando ao distanciamento social e à depressão.
O herpes-zoster na região dos olhos costuma ter complicações frequentes, e pode afetar permanentemente a visão.

Prevenção:
A prevenção da doença se dá por meio da vacinação.

Tratamento:
Para o tratamento do episódio agudo de herpes-zoster são utilizados, em geral, medicamentos antivirais na tentativa de diminuir o tempo, o nível de gravidade e as complicações. Além disso, analgésicos para reduzir a dor e corticosteroides para reduzir o processo inflamatório.

HIB

O HIB é uma bactéria que é responsável por causar infecções, como otite e sinusite, sendo a mais frequente a meningite bacteriana em crianças com menos de dois anos.
Os pacientes que sobrevivem à meningite podem sofrer sequelas neurológicas, como perda auditiva parcial e atraso no desenvolvimento da linguagem.

Transmissão:
A transmissão do HIB se dá por via aérea ou por contato direto com secreções e objetos contaminados.

Prevenção:
O leite materno é uma das melhores formas de prevenção para crianças menores de seis meses de idade. A outra forma de prevenir é a vacinação.

HPV

Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus capazes de provocar lesões de pele ou mucosa, sendo mais comum na região genital (vagina, colo do útero, pênis e ânus).
As infecções por HPV podem regredir espontaneamente ou causar câncer no colo do útero, vagina, pênis ou ânus. Todo câncer do colo do útero é originado a partir de uma infecção causada por HPV.

Transmissão:
O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo sexo oral) e por via sanguínea, de mãe para filho na hora do parto.

Prevenção:
O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual, apesar de não evitar totalmente e, por isso, seu uso é recomendado em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis. Há ainda a vacinação contra o vírus.

Tratamento:
Remoção das lesões visíveis, visto não ser possível a erradicação do HPV. A escolha do tratamento em gestantes irá se basear no tamanho e número das lesões.

Influenza (Gripe)

A influenza ou gripe é uma infecção viral aguda que ocorre nas vias respiratórias e possui um elevado grau de transmissão entre os indivíduos, sendo mais frequente durante a infância. Ela se  inicia abruptamente com sinais e sintomas sistêmicos, como cefaleia, febre, mal-estar, calafrios e sinais de sintomas respiratórios, como tosse e dor de garganta.

Transmissão:
A transmissão ocorre por meio de secreções respiratórias (tosse, espirro e mãos contaminadas) de indivíduos que apresentam a doença aguda.

Prevenção:
As pessoas infectadas devem cobrir as mãos e o nariz ao tossir e lavar as mãos regularmente. Outra forma de prevenção é a vacinação.

Tratamento:
Recomenda-se repouso e hidratação adequada. Alguns medicamentos podem ser utilizados de acordo com a prescrição médica.

Meningite

É uma inflamação nas membranas que envolvem o cérebro, as meninges, causada por bactérias (meningites bacterianas), vírus (meningites virais), fungos ou resultados de um traumatismo. A doença é mais comum na infância e os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, rigidez na nuca e até mesmo coma.

Transmissão:
É transmitido de pessoa para pessoa através das vias respiratórias, principalmente pessoas que residam na mesma casa ou que tenham algum tipo de contato íntimo.

Prevenção:
Devem ser adotadas medidas de higiene e desinfecção de todo material contaminado por um paciente já infectado. Ele deve iniciar o tratamento o mais rápido possível e manter-se isolado nas primeiras 24 horas após iniciar os medicamentos. A vacinação também é uma importante forma de prevenção contra a doença.

Pneumococo

O Pneumococo é uma bactéria que causa diversas doenças como otite média, pneumonia bacteriana, meningite, bacteremia febril, sinusite e bronquite.

Transmissão:
A transmissão de um indivíduo para o outro se dá através de gotículas ou contato íntimo. Ela pode aumentar em aglomerações ou ambientes com ventilação precária.

Prevenção:
O fim do tabagismo, principalmente para aquelas que já apresentaram pneumonia, representa uma estratégia importante, bem como a vacinação contra o pneumococo.

Poliomielite

A Poliomielite é uma doença viral aguda que se manifesta de várias formas diferentes, como infecções inaparentes, quadro febril inespecífico e formas paralíticas. Apenas a forma paralítica possui características típicas: súbita deficiência motora, acompanhada de febre e diminuição ou ausência de reflexos na área paralisada. A paralisia dos músculos respiratórios e da deglutição implica em risco de vida para o paciente.

Transmissão:
Principalmente por contato direto pessoa a pessoa pelas vias fecal-oral (a principal) ou oral-oral.

Prevenção:
A forma de prevenção da Poliomielite é a vacinação.

Tratamento:
Não há tratamento específico, mas todos os pacientes com manifestações clínicas devem ser internados para tratamento de suporte.

Rotavírus

O Rotavírus é considerado um dos mais importantes vírus que causam diarreia aguda grave, destruindo as células do intestino de adultos e crianças. Os recém-nascidos geralmente não apresentam sintomas, mas crianças a partir de 3 meses apresentam vômitos, diarreia e febre.

Transmissão:
A transmissão ocorre principalmente por via fecal-oral.

Prevenção:
Melhoria da qualidade da água, destino adequado do lixo e higiene pessoal e alimentação saudável são medidas adotadas como prevenção. A vacinação contra o rotavírus também uma importante medida.

Tratamento:
O tratamento indicado é a hidratação com Sal de Reidratação Oral (SRO). A alimentação habitual deve ser mantida, principalmente o leite materno e os possíveis erros alimentares devem ser corrigidos.

Rubéola

É uma doença aguda causada por vírus que se manifesta com manchas avermelhadas na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para o tronco e membros. Além das manchas, a rubéola também pode causar febre  baixa e aumento dos gânglios no pescoço.

Transmissão:
Por meio de secreções das pessoas infectadas. A transmissão por objetos contaminados é pouco frequente. A mulher grávida contaminada por rubéola pode passar a doença para o bebê através da placenta. Essas crianças, que adquirem a chamada rubéola congênita, eliminam o vírus pela urina por secreções.

Prevenção:
O isolamento de pacientes infectados pode diminuir o contágio. A vacinação contra rubéola também é uma medida de prevenção.

Tratamento:
Não há tratamento específico para a rubéola. São tratados apenas os sinais e sintomas desenvolvidos com a doença.

Sarampo

É uma doença viral altamente contagiosa, caracterizada pelo aparecimento de manchas vermelhas por todo o rosto. Os sintomas ocorridos nos portadores da doença são: febre, tosse, corrimento no nariz, conjuntivite, fotofobia e prostração.
O sarampo pode apresentar complicações, como infecções respiratórias, pneumonias, encefalites, otites médias, laringites e diarreia.

Transmissão:
É transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Prevenção:

O isolamento domiciliar ou hospitalar dos pacientes pode diminuir o risco de transmissão. A vacinação também é uma forma de prevenção de doença.

Tratamento:
São tratados somente os sintomas causados pelo sarampo, podendo ser utilizado medicamentos de acordo com a prescrição médica e hidratação oral.

Tuberculose

É uma doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge principalmente o pulmão.
Em 90% dos pacientes infectados o organismo consegue impedir o desenvolvimento da doença, que evolui acompanhada de febre baixa, suor em excesso, falta de apetite emagrecimento e tosse seca, podendo ser acompanhada de escarros.
As formas de tuberculose em outros órgãos além dos pulmões são mais frequentes em crianças e indivíduos de baixa imunidade.

Transmissão:
De pessoa para pessoa através da tosse, fala ou espirro.

Prevenção:
Diagnóstico e tratamento precoce dos pacientes infectados e vacinação.

Varicela

É uma doença causada por um vírus, também conhecida como Catapora, que causa o aparecimento de exantema e prurido, sendo geralmente benigna em crianças e mais grave em adultos. Crianças que adquirem a varicela antes de completar um ano de idade são mais suscetíveis a complicações. As complicações mais comuns são causadas por bactérias que infectam o doente, podendo causar infecções da pele, pneumonia, otite e sinusite.

Transmissão:
A transmissão da doença ocorre por meio do contato com o doente com lesões na pele ou mesmo por via respiratória.

Prevenção:
Devem-se lavar as mãos após tocar nas lesões causadas pela doença. Pacientes internados também devem ser submetidos ao isolamento. A vacinação contra varicela também é uma medida de controle da doença.

Tratamento:
Varicela em crianças saudáveis é benigna, sendo necessário tratamento específico.